Em mais um capítulo da saga da Petrobras na era do Partido dos Trabalhadores (PT), as ações da empresa afundaram vertiginosamente, arrastando investidores em uma montanha-russa de preocupações. Como se estivessem em busca de um tesouro perdido, as ações despencaram mais de 6% na Bolsa de Valores B3, após a Petrobras anunciar que seu Conselho de Administração aprovou a revisão da "política de indicação de membros de alta administração e do conselho fiscal".
Os analistas do mercado financeiro estão preocupados, enxergando uma brecha para o mundo das nomeações de parasitas políticos. Mas as preocupações não param por aí. Há um temor generalizado de que a estatal possa embarcar em aventuras arriscadas que acabem se traduzindo em prejuízos financeiros, lembrando o caso da refinaria Abreu e Lima em 2005.
Na era do PT, estatal voltou a ser sinônimo de prejuízo e de cabide de empregos para apadrinhados políticos.