Não importa a agenda, o evento ou o contexto político, o que vem chamando a atenção na política nacional não são as frases delirantes e ataques do presidente Lula, mas as roupas extravagantes da primeira-dama, Janja.
Sem algo de revelante para mostrar, uma causa para defender ou uma posição política que ela possa se destacar, Janja apela para o impacto de seus vestidos. Um mais feio do que o outro.
Não sou entendedor de moda, longe disso. Sou o tipo de pessoa que pega a primeira camisa fubenta e amassada do guarda roupa e veste. Porém, eu tenho uma certa desconfiança de que o estilista da primeira-dama é bolsonarista.
Nunca vi uma mulher se vestir tão ruim. A cada evento ela se supera no quesito cafuçagem. O último vestido, que causou polêmica na mídia, usado durante agenda em Londres que antecipou a coroação do Rei Charles III, me deu a impressão de que ela se enrolou numa bandeira da campanha de Claudia Regina e foi a uma festa de Halloween fantasiada de abóbora.
Que falta faz um Clodovil nos tempos atuais.