Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista
Brasil

Mossoroense relata drama no Aeroporto de Guarulhos: 'Vamos esperar 14h para próximo voo para Natal'

Mossoroense relata drama no Aeroporto de Guarulhos: 'Vamos esperar 14h para próximo voo para Natal'


O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, está vivenciado um dia de caos por conta de uma paralisação de funcionários terceirizados, revoltados com a proibição do uso de celular em áreas de segurança do aeroporto.

A manifestação teve início às 3 horas da manhã da terça-feira (3), quando funcionários terceirizados se reuniram para uma passeata pelos saguões do aeroporto. O ato de protesto logo evoluiu para a interrupção do descarregamento das bagagens, causando um efeito cascata nos voos programados.

O mossoroense Mizael Sousa, um dos passageiros afetados por essa paralisação, falou com Blog do Ismael Sousa. Ele relatou que o Aeroporto de Guarulhos estava completamente parado devido ao protesto. Ele tinha a intenção de pegar um voo para Natal, mas foi informado de que teria que esperar 14 horas para o próximo voo com destino ao Rio Grande do Norte.

"A situação é caótica. As empresas aéreas não estão dando nenhuma satisfação aos passageiros. Ficam mentindo e não têm onde alocar tantas pessoas. Não há previsão de embarque e muitos turistas vindos de fora do Brasil estão presos aqui. Não há mais quartos de hotel disponíveis em São Paulo, e estão tentando mandar as pessoas para Santos-SP, porque não há previsão de novos voos. Todos estão reclamando", reclamou Mizael.