Últimas
Unimed Natal destaca expansão dos serviços no Oeste durante encontro do LIDE Saúde Styvenson coloca novo Hospital Tarcísio no centro da agenda em Mossoró Cabo Deyvison e Jorge do Rosário oficializam parceria eleitoral para as eleições de outubro Walter Alves e Garibaldi percorrem quatro municípios do Potengi e encerram agenda com grande reunião em São Paulo do Potengi General Girão reúne cerca de R$ 20 milhões em investimentos e reforça atuação contra a seca no Alto Oeste Teto de banheiro desaba em escola estadual de Mossoró e escancara o desastre da gestão Fátima na educação do RN Jorge segue junto com o esporte mossoroense Walter Alves lidera nominata do MDB em três pesquisas divulgadas nesta quinta, e partido caminha para eleger 3 deputados estaduais
Brasil

Grupo planejava explodir prédio durante debate presidencial

Grupo planejava explodir prédio durante debate presidencial

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a operação Rede Interrompida nesta terça-feira (4) contra um grupo planejava colocar explosivos em prédio que seria realizado debate presidencial durante as eleições no Brasil. As investigações começaram a partir de um relatório do CiberLab (Laboratório de Operações Cibernéticas).

Segundo a investigação, comunicações interceptadas indicaram que o grupo fazia referências a ações previstas para o período eleitoral deste ano. Foram identificadas conversas sobre "invasão de edificações, seleção de alvos, formação tática, recrutamento interestadual, análise de mapas e compartilhamento de plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de prédios", estes na capital federal, Brasília.

O grupo também disponibilizava "manuais para fabricação de artefatos explosivos" em mensagens.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Enquanto cumpria as medidas, a corporação encontrou armas de fogo, facas e canivetes. Também foram recuperadas anotações que referenciam o nazismo e grupos extremistas racistas, como um chapéu semelhante ao utilizado pela Ku Klux Klan.

A investigação apura os crimes de "associação criminosa, incitação ao crime, apologia de crime ou criminoso e delitos previstos na legislação antirracismo". Até o momento não está previsto o enquadramento do caso na Lei Antiterrorismo.

Fonte: CNN Brasil