Enquanto milhões de brasileiros batalham cinco meses do ano apenas para pagar impostos, a primeira-dama Janja Lula da Silva soma 145 dias fora do país desde 2023. Trinta e três viagens a 35 países. Tudo custeado pelo contribuinte.
Oficialmente, sua agenda inclui encontros sociais e culturais. Na prática, é um tour constante de luxo e protagonismo internacional. Sem cargo público, sem responsabilidade fiscal direta. Apenas presença, sorriso e discursos em eventos internacionais.
O afegão médio brasileiro observa. Trabalha, paga contas, enfrenta transporte público e inflação. Enquanto isso, a farra internacional segue. Cada passagem, hotel e protocolo pago com o suor de quem mal consegue fechar o mês.
Não é crítica a viagens oficiais do governo. É sobre excesso, privilégios e desconexão com a realidade nacional. É sobre pagar para ver o luxo alheio.
O contribuinte brasileiro já fez as contas. Cinco meses de trabalho duro. Para quê? Para financiar passagens, jantares e encontros de prestígio. A pergunta fica: em que momento o Brasil se beneficia disso?