A decisão do governo Trump de colocar facções criminosas como PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas globais incomodou a esquerda. E é assustador ver a narrativa imposta pelo PT para ser contra isso. Não, Trump não classificou o governo brasileiro como terrorista. Foram duas facções específicas, que dominam comunidades inteiras em algumas capitais e até mesmo estão na Faria Lima lavando dinheiro por meio de negócios fraudulentos.
Mas o que incomodou a esquerda? Eles acusam o governo americano de violar a soberania nacional com essa decisão. Reiou-se. Desde quando passamos a naturalizar, em nome da nossa soberania, a existência de facções? Essa mesma turma que berra contra Trump fica calada quando grupos aterrorizam, matam, executam por meio do tribunal do crime, expulsam moradores de favelas, incendeiam casas e adotam métodos sangrentos.
Trump quer sufocar o financiamento desses grupos, adotando uma espécie de Magnitsky. O PCC chegou à Faria Lima, domina postos, redes de lojas, fintechs e diversos ramos. Engana-se quem pensa que facção no Brasil só serve para tráfico de drogas.
Mas ver a canhota revoltada me alegra. Eles estão do lado errado, como sempre estiveram. Afinal, não é de se estranhar. Nas eleições de 2022, Lula teve 80% dos votos dos detentos, uma vitória esmagadora diante de Bolsonaro. As cenas de presos nas celas comemorando a vitória de Lula não são à toa.