Contrariando tudo aquilo que prometeu na sua própria campanha eleitoral, o governo Lula retirou a assinatura do Brasil da Declaração de Consenso de Genebra sobre Saúde da Mulher e o Fortalecimento da Família, assinada pela gestão Jair Bolsonaro em outubro de 2020. Trata-se de uma aliança internacional contra o direito ao aborto.
A carta é assinada por 31 países e defende que não haja um direito internacional sobre o aborto e que cada país deve ter a sua própria legislação no tema.
Mudando o discurso
Durante a campanha de 2020, Lula divulgou uma carta direcionada à comunidade evangélica, se declarando "pessoalmente contra o aborto".
“Sou pessoalmente contra o aborto e lembro a todos e todas que este não é um tema a ser decidido pelo Presidente da República e sim pelo Congresso Nacional”, disse Lula à época.