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Aborto: A pauta genocida que a esquerda quer implantar no Brasil

Aborto: A pauta genocida que a esquerda quer implantar no Brasil


Por: Ismael Sousa

A ministra Rosa Weber, presidente do STF, votou a favor da descriminalização do aborto, durante as primeiras 12 semanas de gestação. Ela optou por registrar seu voto por escrito, em vez de fazer oralmente. Esse debate sobre a descriminalização do aborto foi levado ao STF por meio de uma ação movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). o que está por trás da pauta do aborto e porque partidos de esquerda se interessam tanto por esse tema? Uma agenda global.

Historicamente, o aborto tem sido uma das principais bandeiras de luta de movimentos e partidos de esquerda, mas a discussão em torno desse tema nem sempre recebe a devida atenção. Isso ocorre, em parte, devido à polarização de narrativas. A questão do aborto não se limita apenas à liberdade de engravidar, pois métodos contraceptivos estão disponíveis para quem deseja. Além disso, a discussão não diz respeito somente à autonomia do corpo da mulher, pois o feto em desenvolvimento é uma vida autônoma e única.

Documentários, como o que destaca a história de Abby Johnson, mostram como ideologias feministas influenciam percepções sobre o aborto, inicialmente visto por ela como solução para o sofrimento de mulheres, mas posteriormente reavaliado após seu trabalho em uma clínica de aborto. Abby Johnson, ex-diretora da Planned Parenthood, percebeu que o ativismo pela legalização do aborto contribuía para uma indústria lucrativa à custa de vidas inocentes.

Aborto, drogas, banheiro “neutro” baseado em ideologia de gênero, aproximação com o Partido Comunista Chinês entre outros temas se tornaram comum, ultimamente, mesmo sendo censurado durante a campanha em 2022. Mas não se impressione. Vai piorar! O Brasil se tornou o principal laboratório para a consolidação e implantação de pautas “progressistas”, por meio da Agenda 2030, algo que vamos abordar mais profundamente em breve neste espaço.