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'Trabalhadores da educação não são responsáveis pela falência do Estado', afirma nota da Sinte-RN

'Trabalhadores da educação não são responsáveis pela falência do Estado', afirma nota da Sinte-RN


O SINTE-RN emitiu uma nota em resposta às declarações do secretário de Finanças, Aldemir Freire, que afirmou que atender às reivindicações dos professores pode inviabilizar os serviços públicos, os investimentos e atrasar os salários.

Em nota divulgada, o Sinte repudiou as declarações do secretário de Finanças do governo de Fátima, que atribuiu aos professores a inviabilização dos serviços públicos e atrasos nos salários. O sindicato afirmou que é inaceitável o governo usar a imprensa para responsabilizar os trabalhadores da educação pela falência do Estado, e reiterou que eles não são os responsáveis por essa situação.

"É inaceitável que o governo de uma professora use a imprensa para dizer à população que o investimento nos profissionais da educação vai inviabilizar o funcionamento do Estado. Os trabalhadores da educação não são e nunca foram responsáveis pela falência do Estado", dizia a nota.

Segundo o sindicato, no ano passado, os professores aceitaram uma proposta parcelada que resultou em perdas salariais. O acordo previa o pagamento retroativo em 12 vezes, a partir de janeiro deste ano. No entanto, o governo não cumpriu o acordo e adiou o repasse para março, segundo o Sinte. "A nova proposta do governo, mais uma vez, aponta para a implantação do retroativo no ano seguinte, em pelo menos 8 parcelas a partir de maio de 2024".

GREVE

Os trabalhadores em educação da Rede Estadual entraram em greve na última sexta-feira (03), após considerar insuficientes as três propostas apresentadas pelo Governo para atualizar o Piso Salarial 2023. A decisão foi tomada em Assembleia promovida pelo SINTE/RN.