Os atos de selvageria registrados ontem, 3, em São Paulo durante as manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), reforçam o entendimento de que a esquerda não está nada interessada em se preocupar com a saúde da população durante a pandemia.
Como disse o próprio presidente: “não é por saúde, é por poder”. Venho batendo nessa tecla desde as primeiras acusações de inércia por parte do Governo Federal. A torcida pelo vírus é escancarada.
A esquerda e seus movimentos aloprados de rua demonstram mais apreço pela imagem do ex-presidiário de nove dedos do que, realmente, por pedidos de mais vacinas. Aliás, vacinas não estão faltando. O Brasil chegou a atingir a marca de mais de 100 milhões de doses aplicadas, ocupando assim o terceiro lugar na lista de países que mais aplicam doses no mundo.
Sem argumentos para contrapor o Governo, cabe agora aos movimentos de rua promoverem arruaças e vandalismo, uma tática bastante comum e usada por esses movimentos desde as manifestações nacionais de 2013. Querem chamar a atenção custe o que custar.
A tática é burra, porque a esquerda é burra e ignorante. Age por instinto, e acusa os outros daquilo que eles mesmos são. Expurgar manifestantes do PSDB e PDT, chamados de “terceira via”, demonstrou que não há dialogo, não há coordenação, não há espaço para união e dialogo. Apenas a narrativa tosca e repetida para encobrir o projeto de volta ao poder.
Continuem com as manifestações de ruas, aglomerações e vandalismo desproporcional contra lojas, agências bancárias e a Polícia Militar. A extrema esquerda e sua violência irracional, com essa atitude, apenas fortalece cada vez mais a imagem de Bolsonaro para a reeleição em 2022.