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Vereador afirma que 66% da emenda de Styvenson para o HRTM foram usados para a compra de equipamentos; senador desmente

Vereador afirma que 66% da emenda de Styvenson para o HRTM foram usados para a compra de equipamentos; senador desmente

 

O vereador Paulo Igo (SD) gerou polêmica na sessão desta terça-feira (25), ao defender a governadora Fátima Bezerra (PT) em relação a situação de sucateamento do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Segundo o vereador, em uma reunião com a diretora do hospital, a Senhora Branca, foi informado que 66% dos R$ 12 milhões destinados pelo Senador Styvenson Valentim (PODEMOS) já foram gastos com a compra de 315 equipamentos.

Essa afirmação do vereador vai de encontro às recentes críticas do senador ao Governo do Estado por não utilizar esses recursos. Styvenson chegou a instalar outdoors pela cidade afirmando que a falta de uso desse dinheiro é apontada como "assassinato". Em live com este blogueiro, o senador também criticou duramente os problemas do hospital, como apagões e o tomógrafo que ainda segue quebrado.

Em contato com o Blog, Styvenson rebateu as falas do vereador e justificou que o recurso não foi destinado exclusivamente para compra de equipamentos, mas reforma e ampliação. “A única coisa que eu vi foram 70 macas que eu fui pessoalmente fiscalizar uma por uma. São R$ 12 milhões, ele deu um número de 315 equipamentos hospitalares, quais são? Notas fiscais? Vídeos dos equipamentos hospitalares ele tem? Porque eu não vi e vivo cobrando. E os recursos enviados por mim eram para ampliar e reformar o ambiente, porquê do que adianta comprar novos e caros aparelhos se nem fiação elétrica presta no hospital?", rebateu Styvenson.

O senador complementou ainda: “O Governo não entende que é prioridade em usar recursos públicos de minhas emendas. Duvido que Fátima tenha gasto 7% desses recursos com compras de equipamentos. Só acredito quando eu for ver com meus olhos os equipamentos, notas fiscais e valores. Acreditar em um governo mentiroso como o de Fátima ou é ser ingênuo ou ter favores pessoais para defendê-lo", finalizou o senador.