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Tramitação do projeto que cria agência reguladora no município gera polêmica

Tramitação do projeto que cria agência reguladora no município gera polêmica

Está em tramitação na Câmara Municipal de Mossoró, projeto de lei do executivo que trata da criação de uma Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR). A matéria é polêmica, pois cria novos cargos e mais despesas em funções com gratificação no Município.

A oposição entende que essa é mais uma manobra do prefeito Francisco José Júnior (PSD) que, no apagar das luzes, e em um momento de crise, cria uma autarquia com autonomia para nomeação de todos os cargos comissionados.

A bancada alerta que a diretor-presidente será nomeado pelo prefeito e terá mandato de cinco anos, com salário de mais de R$ 11 mil, além da autonomia para nomear os demais cargos. Eles defendem uma ampla discussão através de audiência pública para debater o tema.

Em nota, a Prefeitura de Mossoró esclarece que a criação da AMR é imprescindível para o acompanhamento da execução das metas estabelecidas no Plano de Saneamento Básico e dos Contratos de Programa realizados entre o Município e as Concessionárias.

O prefeito Francisco José Júnior afirma que a agência terá autonomia financeira, garantida através do percentual de 2% do valor arrecadado. "A população finalmente terá uma entidade com prerrogativa para fiscalizar e garantir a qualidade do serviço prestado ao consumidor", defendeu.