O protesto desta terça-feira (16) em frente ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) marcou mais um capítulo já conhecido pelos terceirizados da empresa JMT, que atuam em unidades hospitalares do Estado.
Além do HRTM, funcionários do Hospital Rafael Fernandes e do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia também cruzaram os braços, em reação ao não pagamento do salário de agosto e ao acúmulo de quatro meses de atraso no vale-alimentação.
“Havia uma promessa da Secretaria de Saúde para que o salário chegasse às nossas contas até ontem. Como não foi cumprida, resolvemos iniciar a paralisação”, disse o líder sindical Adjackson Carvalho, destacando que a decisão já era esperada diante do histórico de atrasos da empresa.
Segundo ele, serviços essenciais como maqueiro, copa, cozinha, higienização e lavanderia estão totalmente paralisados. “Só vamos retornar ao trabalho quando a situação for resolvida”, reforçou Adjackson.
A JMT, que há anos presta serviço terceirizado ao Estado, já acumula uma série de denúncias de descumprimento de direitos trabalhistas.