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Tablet: Guerra de narrativas marca novo embate entre Genilson e Lawrence

Tablet: Guerra de narrativas marca novo embate entre Genilson e Lawrence


A guerra de narrativas entre o atual presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Genilson Alves (União Brasil), e o ex-presidente da Casa, Lawrence Amorim (PSDB), segue intensa. O novo embate gira em torno de gastos da legislatura anterior com a digitalização das votações no plenário.

Segundo release divulgado pela Câmara, durante a gestão de Lawrence, foram alugados 23 tablets pelo valor anual de R$ 300 mil para uso nas votações dos vereadores. A atual administração afirma ter feito um investimento de pouco mais de R$ 28 mil na aquisição de novos equipamentos, o que, segundo os cálculos apresentados, resultaria em uma economia de mais de R$ 1 milhão nos próximos quatro anos.

Porém, Lawrence rebateu as acusações e alegou que a informação sobre o aluguel dos tablets é distorcida. Em suas redes sociais, o ex-presidente afirmou que, ao assumir o comando do Legislativo em 2021, a votação era feita de maneira manual e que sua gestão promoveu a modernização do processo. Para isso, foi contratada, via pregão presencial, uma empresa especializada em soluções tecnológicas, que forneceu um sistema de digitalização das votações, armazenamento em nuvem e suporte técnico.

Ainda de acordo com Lawrence, o contrato firmado incluía diversos serviços, como implantação do software, treinamento de servidores, suporte técnico e a locação de 25 tablets. O custo total do serviço foi de R$ 24.690,00 mensais, sendo que a locação dos tablets representava apenas um dos itens do contrato, com um custo mensal de R$ 5.290,00.

"Mais uma do menino malvadinho: ordenou plantar na mídia que, na minha gestão, a Câmara pagava mais de R$ 24 mil por mês pelo aluguel de tablets. Outra Fake News produzida pelo Gabinete do Ódio", rebateu Lawrence.