Com aval de sua mãe, Styvenson tem, agora, uma nova barreira para enfrentar antes de se decidir vai ou não para a disputa ao Governo do Estado. Ele vai ter que encarar ele mesmo.
O senador Styvenson é uma figura emblemática e polêmica. Eu considero que ele é um apolítico dentro da política. Cheio de incertezas, suspenses, mistérios e magia.
Ele mesmo afirma que não quer campanha, carreata, santinhos, palanque, gastos com estruturas, carro de som e nem cabos eleitorais nas ruas.
É mais fácil dividir um átomo do que entender a mente do Senador.
Para tomar essa difícil decisão, de ser pré-candidato ao Governo, é necessário consultar os Shamans, os búzios, as fases da lua, a tábua das marés, a temperatura durante o verão da Groelândia e, claro, a menstruação da sua cachorra.
Apesar de tudo isso, torço para que ele tome essa decisão, e engrandeça o debate no RN. Estou ansioso para ver ele encarar Fátima Bezerra (PT) em um debate na TV.