A 'picanha' prometida na campanha de Lula (PT) parece um sonho distante. A articulação para garantir os R$ 200 bilhões a mais no orçamento, furando o teto de gastos, não é algo fácil junto a um Congresso com maioria de centro direita. Haverá resistência.
Lula vai ter que prometer vantagens para aprovar esse recurso extra. O Centrão quer sua fatia no novo Governo para aprovar essa bolada.
Pare isso, coube ao próprio presidente eleito garantir essa articulação pessoalmente. Em Brasília, Lula já teve conversas com Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, presidentes da Câmara e Senado. A missão dos dois é viabilizar a “PECanha”.
Se não conseguir aprovar esse recurso, Lula tem outra estratégia. Usar a tática do ministro da propaganda Nazizta, Joseph Goebbels, jogar a culpa para Bolsonaro, adotando o discurso mentiroso de "herança maldita".