Os atuais números da pandemia no Rio Grande do Norte garantem uma maior flexibilização das atividades econômicas. Está tudo liberado, como se não houvesse vírus. Podemos atribuir isso ao avanço da vacinação.
Porém, baseado no que estamos vendo na Europa, com o aumento de casos e de novas variantes, o cenário futuro é incerto. Mesmo assim, o Governo do Estado liberou os eventos de massa.
Neste começo de dezembro, teremos o Carnatal, o carnaval fora de época de Natal. Abadas e camarotes praticamente esgotados. Aglomerações, beijos, copos de bebidas compartilhados, abraços, está tudo liberado.
Porém, se os casos de covid voltarem a subir no estado, desta vez não culpem o trabalhador. O pagador de impostos não pode ser mais penalizado nesta pandemia. Esse papo de "economia a gente vê depois", não cola mais.
Nessa pandemia, vimos que quando se aproxima uma nova onda de contaminação, a primeira atitude que os nossos gestores fazem é fechar comércios, serviços, igrejas e escolas, como se esses locais fossem os principais responsáveis pela contaminação.