A pré-candidatura do Coronel Hélio ao Senado pelo PL é legítima e necessária. Ele não é um aventureiro político nem alguém que apareceu de última hora. Tem história, construiu liderança dentro da direita potiguar e foi presença constante nos movimentos conservadores do Rio Grande do Norte. Isso por si só já o credencia como opção real para o eleitorado de direita que, em 2026, quer se ver representado de maneira autêntica.
O caminho será árduo. As pressões virão de todos os lados. Haverá tentativas de intimidação, de desmoralização e, sobretudo, de “fritura”. Não se espante ao ver blogs e “analistas” da capital repetindo a mesma narrativa: “Hélio não tem voto”, “sua candidatura é inviável”, “não tem espaço na chapa”.
Coronel Hélio, a hora é de firmeza. Resistir é mais do que uma palavra de ordem, é uma postura política. Sua candidatura ao Senado pode não agradar a todos, mas é legítima porque nasce da base conservadora, não de acordos de cúpula. Se mantiver o foco e a serenidade, terá força para enfrentar a máquina da narrativa e mostrar que o povo de direita no RN não precisa se contentar com os candidatos que o sistema impõe.
Resista, Hélio.