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Quem torceu contra o Pingo, quebrou a cara

Quem torceu contra o Pingo, quebrou a cara


Nesses dias que antecederam o “Pingo da Meidia”, abrindo oficialmente o Mossoró Cidade Junina 2022, presenciei uma torcida negativa de uma parcela minúscula da população contra o evento.

Foram comentários maldosos e de terrorismo no intuito de desestimular o turista e a população a prestigiar o maior São João do Estado. Alardearam que as UPAs da cidade estavam lotadas de pacientes com Covid, pediram para que a população voltasse a usar máscaras e evitar aglomeração e repercutiram a ação do Ministério Público que sugeriu a suspensão dos shows de Wesley Safadão e Xandy.

A torcida negativa foi em vão. O Mossoró Cidade Junina começou super bem, trazendo um dos maiores nomes do Axé, Bell Marques, que arrastou uma multidão no Corredor Cultural da Avenida Rio Branco. A segurança também foi destaque nesta edição. Durante as mais de seis horas que estive na festa, não presenciei nenhum tumulto. Em todas as entradas do circuito foram instaladas barreiras de segurança. Um grande contingente de homens da PM, PC, Bombeiros, Trânsito e Guarda Municipal.

E o mais importante, a cidade estava tomada por turistas de diversas partes do país. Vários ônibus estacionados no entorno do Corredor Cultural evidenciam que o evento está mais do que consolidado, e se firma entre os maiores do país. O “Pingo da Meidia” é um patrimônio do povo mossoroense. Ganha o comércio, o serviço, a rede hoteleira, transporte, bares, restaurantes.

Digo e repito; torcer contra o MCJ, independentemente de sua posição política, é burrice.