Por: Ismael Sousa
O que é um golpe? Um tanque na rua? Um general no poder? Ou basta não agradar o dono da caneta preta no STF? Jair Bolsonaro é hoje o único líder popular de verdade neste país. E o sistema sabe disso. Por isso, querem destruí-lo. Não com argumentos, mas com tornozeleiras, censura e processos encomendados.
Planejou um golpe? Cadê o golpe? Onde estão os tiros, os tanques, a ruptura? Nenhum. Mas isso não importa para quem escreve a narrativa com toga e caneta. Bolsonaro está em casa, vigiado como bandido, sem condenação, sem julgamento justo, apenas porque ousou não ajoelhar para o “tribunal supremo da verdade absoluta” de Alexandre de Moraes.
A insanidade virou política de Estado. Presidente da República, Procurador-Geral da República e ministro do STF se reúnem abertamente para discutir como vão condenar um opositor. Não se trata de julgar, mas de condenar. A sentença vem antes da prova. O veredito já está pronto, só falta encenar o teatro.
O povo que sustenta esse país assiste seu voto sendo pisoteado. A democracia que prometem defender está sendo estuprada por aqueles que gritam em seu nome. São os novos donos da verdade, da lei e da moral, ainda que não tenham sido eleitos por ninguém.
Bolsonaro não é santo. Nem diz ser. Mas é símbolo. É resistência. É a lembrança viva de que, em algum momento, o povo ousou contrariar o sistema. E por isso, querem destruí-lo.
Mas quem prende um homem não prende uma ideia. E a ideia de liberdade, essa que eles tanto temem,já está solta nas ruas, nas redes, nas vozes que ecoam dos esquecidos.
Podem botar tornozeleira. Mas nunca vão botar cabresto em quem aprendeu a pensar.