A promotora Simone Sibilio do MP, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), afirmou hoje que o porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro mentiu, ao dizer, em depoimento, que um dos suspeitos de matar Marielle Franco pediu para ir à casa do presidente, no Rio, no dia do crime.
De acordo com Simone, quem autorizou a entrada de Élcio de Queiroz no condomínio do presidente é Ronnie Lessa, suspeito de ter feito os disparos.
“As gravações comprovam que Ronnie Lessa é quem autoriza a entrada do Élcio. E, em depoimento, eles omitiram diversas vezes que estiveram juntos no dia do crime. O porteiro mentiu, e isso está provado por prova técnica”, afirmou Simone Sibilio.
Arquivado
Augusto Aras, procurador-geral da República, disse que o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República arquivaram a notícia enviada ao STF que informava sobre a ligação entre o nome de Jair Bolsonaro e a morte da vereadora Marielle Franco. Aras classificou a informação como um "factoíde".
Com informações: Veja e O Antagonista



