A extrema imprensa brasileira (imprensa tradicional) trata a situação de revolta do povo venezuelano como um "golpe" contra o ditador Nicolas Maduro. Os portais Folha, Globo (G1 e Globonews) e Veja deram destaque ao "plano" do autoproclamado presidente, Juan Guaidó, como uma "fase final do golpe contra Maduro".
Na Folha, a jornalista Syvia Colombo destacou: "Amanheço em Caracas com tentativa de golpe por parte da oposição, buzinaço e gritos de Operação Liberdade ouvem-se nas ruas". A GloboNews usa o seu quadro de "especialistas" em assuntos internacionais para "lacrar" contra a oposição.
O povo da Venezuela vem sofrendo nas mãos do regime socialista de Maduro. As políticas do regime conduziram o país à hiperinflação, à escassez de alimentos e a uma crise de saúde pública, forçando dezenas de milhões de pessoas a passar necessidade e outros milhões a fugir do país.
Nem mesmo as cenas de blindados avançando contra civis, a extrema imprensa deixou de largar a bandeira ideológica de esquerda transvestida de jornalismo. O plano é atacar a oposição que luta por liberdade e democracia.
