Mais uma vez a queda de braço envolvendo a Coperativa médica SAMA e a Prefeitura de Mossoró pode prejudicar os atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Sistema de Verificação de Óbito (SVO) a partir desta sexta-feira, 3. O motivo é a falta de pagamento por parte da gestão Rosalba Ciarlni.
A decisão sobre a paralisação ou não dos serviços médicos ficou com o Desembargador Gilson Barbosa, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça Potiguar, no sentido de se buscar uma solução amigável para o impasse. A audiência conciliatória será hoje, em Natal/RN, às 11:00h.
A SAMA cobra da Prefeitura de Mossoró parcialmente as prestações dos meses de abril a junho e as parcelas do acordo judicial contemplando os meses de março a junho de 2018.