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Passagem tímida e sem peso político marca agenda de Fátima Bezerra em Mossoró

Passagem tímida e sem peso político marca agenda de Fátima Bezerra em Mossoró


A governadora Fátima Bezerra (PT) teve uma agenda discreta nesta sexta-feira. Poucas lideranças. Pouco público. Entregou uma unidade móvel da Saúde da Mulher, ação do Ministério da Saúde. No vídeo, agradeceu ao ministro Padilha e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Visitou ainda as obras do IERN. Disse que estão “a todo vapor” e que devem ser concluídas no segundo semestre.

Nas imagens, o clima foi morno. Nem mesmos os parasitas políticos e papagaios de pirata do governo marcaram presença. Fátima deve deixar o cargo em abril para disputar o Senado. O tempo corre. E o saldo em Mossoró ainda é questionado.

Duas obras seguem em passos lentos. A reforma do Hospital Tarcísio Maia, com recursos destinados pelo senador Styvenson Valentim. E a sede do 12º Batalhão da Polícia Militar, com R$ 1,2 milhão viabilizados pelo deputado General Girão. Fátima corre o risco de sair do governo sem entregar nenhuma das duas. Isso pesa. E pesa politicamente.

A revelação de um rombo de R$ 3 bilhões nas contas do governo, pelo Estadão tem deixado a militância petista em pavorosa. Esse foi o motivo de Walter Alves pular dessa fogueira. O contorcionismo para justificar o saldo no vermelho é deplorável. Ainda insistem em usar o retrovisor e culpar o governo Robinson Faria pelo desastre administrativo.