Com a proximidade das festas de final de ano e do carnaval, o debate sobre os mais de 600 mil mortos na pandemia do novo Coronavirus, somente no Brasil, se arrefeceu.
Até pouco tempo atrás era gente lamentando a quantidade de óbitos, criticando as aglomerações do presidente, a falta de máscara, defendendo lockdown e condenando quem ousava ir as ruas trabalhar para garantir o sustento de casa.
Hoje a história mudou. O assunto é carnaval, veraneio e farra. Todo mundo quer mostrar plenitude e exuberância na época mais badalada do ano.
A narrativa só se sustentou até enquanto podiam chamar o presidente de genocida.
Estamos vivenciando uma pandemia de um vírus letal, e a pandemia da hipocrisia.