Por: Ismael Sousa
A eleição para presidência em 2022 não era uma profecia bíblica, mas os sinais apocalípticos eram evidentes. Lula deixou escapar por diversas vezes o que faria caso fosse eleito. No entanto, com um discurso fácil e cativante, citando que o amor venceria o ódio e prometendo picanha e cerveja, Lula conquistou a eleição em um pleito apertadíssimo. O país saiu dividido.
Depois de assumir o cargo, Lula implementou sua máquina de destruição de reputações, atacando setores importantes da economia, incluindo o agronegócio e o mercado financeiro. Nenhum membro do governo interveio para jogar um balde de água fria e arrefecer os ataques.
Lula, sem levar em conta as consequências - continuou suas ofensivas - provocando o senador Sérgio Moro (União) ao afirmar que queria "f*der" o ex-juiz da Lava Jato enquanto esteve detido na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Logo após, a bomba explodiu com a revelação de um plano do PCC para sequestrar e assassinar Moro e outras autoridades. O presidente reaparece novamente, causando polêmica, e afirmando que toda operação não passava de uma "armação" do senador.
A reação dos que apoiaram sua eleição não poderia ser diferente - o “arrependômetro” em relação ao governo Lula só cresceu. Roberto Requião, Armínio Fraga, Tasso Jereissti, Luciano Huck, Henrique Meirelles e, por último, mas não menos importante, o renomado escritor Paulo Coelho, que considerou o governo Lula "patético". Todos eles fizeram o "L" e se arrependeram profundamente.
Agora é tarde demais, não há como consertar o erro. Muitos foram cumplices dessa trama criminosa. Lula deixou claro suas intenções e o que pretende fazer nos próximos anos. Sem nenhum plano de governo ou plataforma, o que restou para o petista foi a vingança. Lula não deseja apenas prejudicar Sérgio Moro, mas “f*der” todo o povo brasileiro.