Por: Ismael Sousa
A nova moda na esquerda juventude maconheira progressista é o “antissemitismo do bem” (ódio aos judeus). Sim, chegamos a era em que é permitida a destilação de ódio aos judeus mesmo depois do terrível holocausto promovido pelos Nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O conflito no Oriente Médio levantou uma juventude idiota que prega o fim do Estado de Israel e defende um regime sanguinário e terrorista, com a justificativa mentirosa de que estão se posicionando a favor da liberdade da Palestina.
O Hamas está agora estampado nos corações e nas mentes da militância que grita “Liberdade a Palestina” e chama o Hamas de “Grupo de Resistência”. O terror é relativizado. Os sequestros, as torturas e as decapitações de bebês são justificadas. A histórica guerra de Judeus e Árabes na região é ignorada. Aliás, ninguém liga para a história. A turma quer mesmo é fumar maconha e fazer zoada na rua.
São os revolucionários do terceiro milênio, embora muitos não sabiam nem o que é lutar por uma causa própria. O progressismo mostra, mais uma vez, o papel vergonhoso ao defender regimes que estupram mulheres, degolam crianças e torturam idosas. Eles pedem o fim do Estado de Israel, o país mais liberal do Oriente Médio, onde Parada Gay e até o aborto são permitidos.
O conflito entre Israel e Hamas está apenas começando. A invasão à Faixa de Gaza é iminente. Tensão global com navios de Guerra da China e Estados Unidos posicionados na região à espera do primeiro passo de um dos lados. Todo esse cenário tem também a influência do Irã, um regime perigoso que patrocina toda a onda de terror na região. Estamos prestes a acompanhar o início da Terceira Guerra Mundial. Mas, aqui no Brasil, isso é tratado como um clássico "Fla-Flu". Não importa as dores, as perdas de famílias e as milhares de mortes, mas sim a "lacração". Vamos para a rua gritar qualquer "porra livre" porque o mundo vai se acabar mesmo.