Por: Ismael Sousa
O governo de Fátima Bezerra (PT) em seu primeiro mandato foi marcado pela ausência de mudanças significativas para o povo do Rio Grande do Norte. Embora tenha mantido o pagamento do funcionalismo em dia, sua gestão foi considerada tranquila, sem grandes desgastes ou oposição, o que facilitou sua reeleição em primeiro turno.
No entanto, o segundo mandato da governadora petista parece ser bem diferente do início de seu primeiro governo. Fátima Bezerra está enfrentando desgaste com protestos de servidores devido a atrasos em pagamentos e repasses, além da ameaça de greve dos professores da Rede Estadual, categoria que apoiou sua candidatura quase unanimemente.
Fátima percebeu que governar não se resume a gestos carinhosos e discursos inflamados à militância. Com a escassez dos recursos do Governo Bolsonaro, a governadora enfrenta dificuldades para evitar atrasos nos pagamentos dos servidores.
Fátima é criticada por sua gestão na saúde, segurança e educação. A situação das escolas é precária, com professores ameaçando greve. Natal e Mossoró figuram entre as cidades mais violentas do mundo, e há fechamento de leitos de UTIs, superlotação de hospitais e atraso no pagamento de funcionários terceirizados. É a triplice coroa do caos.
O segundo mandato de Fátima Bezerra lembra o segundo mandato de Dilma, um desastre econômico que levou o Brasil à beira do abismo. No entanto, naquela época, o Congresso não permitiu que o povo brasileiro afundasse junto com a administração petista, optando pelo impeachment como solução.
É preciso saber se a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e seus ilustríssimos e caríssimos deputados se posicionará em defesa do povo ou se manterá como uma proteção para o governo desastroso de Fátima.
Contrariando o slogan da sua campanha: "O pior estar por vir"