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Opinião - A 'feminização' da masculinidade cada vez mais forte no país

Opinião - A 'feminização' da masculinidade cada vez mais forte no país


Por: Ismael Sousa

A discussão sobre a influência da esquerda na cultura do país está em constante evolução. Atualmente, um dos assuntos em destaque é a questão da 'feminização' da masculinidade e sua relação com a moda. Há homens que encontram prazer em se vestir de mulher, o que levanta questionamentos sobre o espaço ocupado pelas mulheres, seja no esporte quanto na moda. Homens compentem com mulheres, e agora usam roupas de mulheres.

Aquele estereótipo de o homem forte, corajoso e valentão tão evidente nos filmes de Hollywood dos anos 80, hoje é considerado "asqueroso" e "ridículo". O que prevalece é o homem cada vez menos identário. Esse debate ideológico tem se tornado mais presente e visível nas redes sociais. Trata-se de um tema tão delicado, que existem patrulhas digitais prontas para cancelar qualquer pessoa que se manifeste contrariamente.

O objetivo é chocar e impor uma narrativa à força, rotulando aqueles que discordam dessa "contracultura" como racistas, machistas, nazistas e outros termos similares que terminem com "ista".

O teórico político e fundador do partido comunista italiano, Antonio Gramsci, idealizou o conceito do Marxismo Cultural, que se mostra cada vez mais presente na cultura ocidental. Gramsci compreendeu que as guerras não são vencidas apenas através de lutas armadas nas ruas, mas por meio da hegemonia cultural. A ocupação de espaços na cultura, na literatura, nas comunicações, universidades e show business.

E nessa guerra, ele segue ganhando fácil. Muitos hoje no Brasil são Gramscistas sem saber quem foi Antônio Gramsci. Olavo de Carvalho alertou muito sobre isso nos idos dos anos 1990 e 2000, mas foi ignorado.