Por: Ismael Sousa
O senador Rogério Marinho (PL) mostrou seu lado sensível na CPMI dos Atos do Dia 8 de Janeiro, chorando enquanto falava com emoção. A imprensa e os progressistas, é claro, não perderam a oportunidade de se tornarem os "fiscais de choro". Comovente!
Marinho ousou pedir que as instituições voltem à normalidade, que haja um cessar-fogo nessa guerra de polarização que assola nosso país. Mas é claro que eles (a esquerda) não poderiam deixar isso passar sem questionamentos, afinal, “por que ele não chorou pelas vítimas da Covid-19?”, berravam nas redes sociais. Nem mesmo a esquerda, que se diz tão moralista e humanista, ousou derramar uma lágrima. Afinal, acharam ótimo usar os caixões das vítimas como palanque eleitoral.
A esquerda é expert em polarização. Dividir para conquistar. Conseguiram transformar uma pandemia em mais uma oportunidade para seus discursos generalistas, rotulando todos aqueles que não concordavam de "genocidas". Acusação essa dada à Bolsonaro por tentar demonstrar sua preocupação com a saúde pública e a economia. Mas é claro que isso não importa para os paladinos da esquerda. “Economia a gente vê depois!”
E vamos dar uma salva de palmas para Lula, que soltou aquela frase brilhante: "Ainda bem que a natureza criou o coronavírus". Realmente, uma pérola de sabedoria. Afinal, nesse momento, o Estado máximo era indispensável, certo?
Vamos parar com a hipocrisia!