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OAB: Ato confirma decisão de Barbará em demitir funcionário, e presidente agora briga para fazer sucessor

OAB: Ato confirma decisão de Barbará em demitir funcionário, e presidente agora briga para fazer sucessor

As eleições da OAB lá na Terra de Santa Luzia estão pegando fogo! Mais quentes que a própria cidade. E lá, três chapas concorrem ao pleito da subseção: Vânia Furtado, da Chapa 61, Hermeson Pinheiro, da Chapa 62 e Luiz Carlos, da Chapa 63.

E pesquisando sobre as chapas, me dei conta que Luiz Carlos é o pretenso sucessor da atual gestão da OAB Mossoró, presidida por Bárbara Paloma.

Ao longo desses três anos, Bárbara, segundo dizem os advogados da região, se escondeu do que deveria efetivamente ser: presidente. Relatam que fez uma gestão apática e omissa.

Usa hoje como desculpa a pandemia, para não ter cumprido quase nenhuma das suas promessas de campanha. E por falar em promessa, o seu candidato Luiz Carlos, que se espelha e tem nela, Bárbara, sua principal apoiadora, simplesmente copiou suas propostas. Tá lá, igualzinho! Vai cumprir? Ou vai arrumar uma desculpa também? Comentam que será a continuidade do “não fazer nada”.

Mas tem outros dois pontos sobre a gestão atual que chamam a atenção: um positivo e um negativo.

O negativo é que Bárbara foi alvo da imprensa por ter, durante a pandemia, demitido servidores, que ficaram desempregados. Vários blogs e portais trataram do assunto. A presidente, em resposta a um blogueiro da cidade, negou o fato. Disse que a decisão foi tomada pelo conselho.

Recebemos a ata da reunião ocorrida onde se sacramentou a decisão de demissão de servidores, em especial de um chamado de “Paulinho de OAB”, que segundo fui informado, trata-se de um dos servidores mais antigos, prestativos e queridos por toda advocacia mossoroense. Nele, a Presidente Bárbara Paloma diz que, pelo fato do servidor estar mal humorado, não via outra alternativa a não ser demiti-lo, ato de extrema insensibilidade, especialmente vindo de uma presidente da Ordem dos Advogados do Brasil que se autodetermina defensora dos direitos humanos.

E mais, para a função, demitindo um funcionário de décadas, contratou uma pessoa indicada e amiga pessoal do vice-presidente, em pura estratégia política de manter seu clã no comandando da OAB.

Outra situação envolvendo o grupo situacionista foi a ação movida pelo candidato Luiz Carlos que constrangeu a servidora Neli, funcionária da OAB Mossoró há quase 30 anos.

Segundo fontes me disseram, o grupo político é marcado pela perseguição a servidores, e por restringir a OAB Mossoró ao seu clã político. Mas não se preocupem, agora vem a parte positiva. Ao longo desses últimos três anos, Bárbara mostrou muito gingado para ser tik toker. Basta ver seu Instagram. Até porquê é disso que a advocacia precisa.