Pois é, meus amigos, o PT finalmente conseguiu escantear o único petista que realmente gostava de trabalhar, e de fazer algo além de discursar e promover gritaria ideologica. Jean Paul Prates, o ex-suplente de senador de Fátima, assumiu com dignidade, chegou a ser presidente da Petrobras… e, para delírio da burocracia partidária, acabou fritado até sua queda em 14 de maio de 2024.
Não era qualquer figura. Era o petista com vocação genuína, com experiência em energias renováveis, com trânsito raro fora dos circuitos sindicais. Tinha diálogo com o empresariado, ideias, sim, ideias!, de levar o país para uma pauta mais liberal no setor energético, o que, inevitavelmente, colidiu com a urgência partidária de transformar a estatal em mais um reduto para desocupados que vivem da teta estatal.
Prates foi chutado do PT como se chuta um cachorro fedendo. Ele ficou chateado, claro, quem não ficaria?, e anunciou que vai seguir na política… mas longe do petismo. Já mira dois destinos: MDB e PDT. Pode ser candidato ao Senado, e, de lambuja, atrapalhar votos de Fátima.