O Brasil segue o caminho inverso ao que foi prometido pelo atual presidente Lula, quando, na campanha, afirmou que seu governo iria atuar firmemente para pacificar esse país, inflamado pelo "ódio da extrema direita Bolsonarista". Ledo engano. O ódio só aumentou.
Membros do MBL (Movimento Brasil Livre), que também possui sua parcela de responsabilidade pelo retorno da esquerda ao poder, foram agredidos por militantes de extrema esquerda na universidade da PUC e durante uma manifestação, acreditem, contra a violência policial em São Paulo.
Um dos alvos dos ataques foi o ex-deputado estadual “Mamãe Falei”, que perdeu mandato após sua patética missão de ir à Ucrânia, em meio a uma guerra, para fazer turismo sexual. Por mais que discorde dele, e tenha total divergência de opiniões, cenas de violência e agressões são um perigo para uma nação que deveria baixar a guarda e priorizar a pluralidade de opiniões e ideias.
É o rancor exalado em país na qual o presidente fala abertamente em vingança e diz que a Venezuela, que sofre com grave crise humanitária e perseguição pelo regime de Nicolas Maduro, tem uma “democracia relativa”. Uma teoria que surgiu na mente do Lula, que deseja o Prêmio Nobel atacando, destilando ódio e inflamando ainda mais um país que saiu extremamente polarizado na última eleição.