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Política

O amor não venceu o ódio

O amor não venceu o ódio


A campanha de Lula não apresentou nenhum plano ou proposta concreta, mas prometeu um tripé de defesa que muitos se encantaram como algo realista e lindo no discurso populista: picanha, que o brasileiro voltaria a sorrir e que o amor venceria o ódio.

Com o desastre que está se tornando a política econômica do futuro governo do PT, tudo indica que o sonho da picanha está longe. Com o plano de furar o teto de gastos, o brasileiro vai ter que pagar essa conta. Inflação, dólar alto e queda no poder de compra. Ou seja, o brasileiro não voltará a sorrir. Por último, com ataques extremistas do petismo, o amor não venceu o ódio.

Todas as acusações que os adoradores do “Nine” colocam em seus opositores, no caso os bolsonaristas, estão sendo usadas por eles mesmos. Os petistas mais xiitas seguem à risca os ensinamentos de Lenin: “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”.

O líder da Assembleia de Deus, Pastor Miranda, o atacante da seleção Neymar e, por último, a mais recente vítima da máquina de destruir reputações, a reitora da Ufersa Ludimilla Oliveira.

O que todos eles têm em comum? Se colocaram no caminho da esquerda. O PT quer demonizar todos que se opuserem aos seus planos de doutrinação e dominação de poder.

“O amor não venceu o ódio”, e nunca vencerá. Ódio é o carro-chefe da esquerda e, enquanto eles não eliminarem todos que são contrários aos seus planos, o ódio será a principal ferramenta para confrontar seus opositores. Eles são especialistas em dividir grupos. Nós contra eles. Pobres contra ricos. brancos contra negros. Gays contra heteros.

O PT foi criado na base do ódio, se alimenta do ódio e quer se perpetuar no poder destilando ódio.

Dentro da bolha petista, Lula está acima de Deus!

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