A ação policial na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (6) gerou inúmeros debates. O assunto dominou os principais telejornais com especialistas de esquerda de dentro de seus escritórios condenando a ação. A TV Globo só faltou canonizar os 24 meliantes mortos no confronto, que também deixou um policial morto.
Não importa a quantidade de fuzis, granadas, coletes e o assustador número de munições em poder dos traficantes. Antes mesmo da apuração do caso, a mídia já condenou a ação que considerou como "desastrosa".
Nada de anormal. Nos últimos anos estamos vivenciando uma inversão de valores. O bandido vira o mocinho, e os policiais que arriscam suas vidas e ganham pouco, são os bandidos.
Recentemente tivemos uma série de mortes de policiais no Rio Grande do Norte. Uma matança que não gerou debates, nem notas de solidariedades por parte das instituições e órgãos que dizem defender a vida. Foram pais de famílias, trabalhadores que morreram defendendo a sociedade, mas que não recebem o reconhecimento.
No Brasil, o policial precisa tomar uma difícil decisão. Ou espera receber o primeiro tiro e morrer, ou atira para sobreviver, mas com as consequências de ser julgado pelo tribunal das redes sociais, dos especialistas, sociólogos, OAB ONU e TV Globo.
Para eles, vidas policiais não importam!