Em uma demonstração grotesca de politicagem barata, Natália Bonavides, deputada do PT, admite que não houve golpe algum, mas insiste em usar a pandemia como palanque contra Bolsonaro. A doce vingança da legenda não tem relação com vítimas, sofrimento ou responsabilidade pública; trata-se unicamente de atacar o presidente que desafiam, custe o que custar.
Ao exibir fotos de caixões da pandemia, a parlamentar não presta homenagem ou denuncia falhas no combate. Ela tenta reescrever a história, transformar tragédia em arma política, enquanto ignora fatos óbvios. Bolsonaro não criou o vírus, não impediu a compra de vacinas e, ainda assim, o governo federal assegurou imunização em massa.
Afinal, o que a deputada disse quando Fátima usou dinheiro público para comprar respiradores em empresa de maconha?
A burrice e a canalhice desse tipo de discurso são enojantes. O que vemos não é preocupação com vidas, mas ódio irracional a um inimigo político, disfarçado de moralismo. É a política da mentira, da manipulação e da desonestidade intelectual em sua forma mais pura.
O PT não sobrevive de verdade, mas de narrativas.