Últimas
Unimed Natal alcança melhor faixa de desempenho no IGR da ANS Gastos ligados a Janja saltam de R$ 63 milhões para R$ 117,6 milhões, segundo Janjômetro Três principais candidatos ao Governo do RN escolhem Natal para largada da campanha neste domingo “Sociedade precisa saber que bandidos poderão votar, enquanto policiais do RN relatam dificuldades de participar da eleição”, diz o Deputado Coronel Azevedo CRISE: Casas Bahia fecha no Partage Mossoró durante onda de fechamento de quase 300 lojas no Brasil Consult/TN: Coronel Hélio lidera 2º voto e tem empate técnico com Zenaide por vaga no Senado Pesquisa Consult/Tribuna mostra empate técnico entre Allyson e Álvaro Jorge do Rosário aparece entre os nomes mais fortes do PL em pesquisa Seta

MP diz que ex-assessores de Flávio Bolsonaro deram R$ 2 milhões a Queiroz

MP diz que ex-assessores de Flávio Bolsonaro deram R$ 2 milhões a Queiroz

No pedido à Justiça para fazer as 24 ações de busca e apreensão em endereços ligados ao senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) e a ex-assessores seus na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), feitas na manhã desta quarta-feira, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) elaborou o mais completo resumo das investigações sobre a prática de “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual entre os anos de 2007 e 2018.

Os promotores afirmam que Flávio nomeava assessores orientados a devolver parte de seus salários para o grupo; que o ex-policial militar Fabrício Queiroz fazia toda a operação de recolhimento da remuneração dos funcionários; e que a loja de chocolates de Flávio num shopping da Barra da Tijuca e negócios imobiliários do senador serviam para lavar o dinheiro ilegalmente.

Entre as provas apresentadas para sustentar os pedidos de busca da operação de ontem, os promotores do MP identificaram 483 depósitos de pelo menos 13 ex-assessores na conta bancária de Queiroz, por transferência, cheque ou dinheiro em espécie, num total de R$ 2 milhões; outro grupo de ex-assessores que sacavam quase que integralmente o salário recebido; e conversas em aplicativos de mensagem obtidas no celular de uma ex-assessora. Também aparecem como indícios que completam o esquema, segundo o MP, depósitos em dinheiro na conta da loja de chocolates de Flávio Bolsonaro e a “grande desproporção” de lucro obtidos entre o senador e seu sócio na loja, embora o contrato previsse 50% de cotas para cada um. O advogado de Flávio Bolsonaro nega as acusações.

O Globo