A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) se posicionou a respeito da instalação de uma escola cívico-militar em Mossoró. Após cobrança da população, a gestora disse que vai lutar para trazer uma escola desse tipo para a cidade.
O prazo para as prefeituras se inscreverem no programa começa nesta sexta-feira (4). A governadora Fátima Bezerra (PT) se recusou a inscrever o estado no programa, o que gerou revolta da população e apelo para que prefeitos possam aderir as escolas municipais.
Rosalba lamentou que o RN e demais estados do Nordeste terem optador por ficar de fora do programa. Para ela, a decisão dos governadores foi meramente partidaria.
"Mais do que aceitar, lutarei para trazer uma escola dess tipo para Mossoró. Acredito que é um erro imensurável dos estados que abriram mão, logo parabenizo o Ceará que não agiu partidariamente e sim pensando no bem-estar e educação", disse.
Ela reforçou a necessidade, agora, da luta de toda a sociedade para que Mossoró seja contemplada com a escola. "Nos ajude a vencer esta, lembrando ao governo federal e ao presidente que somos a 2ª maior cidade do RN e merecemos recebê-la", finalizou.

Escola Cívico-militar
A escola cívico-militar é um modelo desenvolvido para promover a melhoria na qualidade da educação básica do país. Para isso, será construído um ambiente de parcerias e de maior vínculo entre gestores, professores, militares, estudantes e até mesmo pais e responsáveis.
O presidente Jair Bolsonaro destacou a disciplina em escolas com tutela de militares e as classificou como fundamentais para o desenvolvimento do país. “O que nos tira da miséria, da pobreza, da ignorância, é o conhecimento. É o ensino”, afirmou após assinar o decreto que cria o programa.


