Hoje, segunda-feira (2), eu finalmente fui ao cinema para assistir "Som da Liberdade", que estreou há alguns dias em milhares de salas do Brasil. Impactante, emocionante e revoltante, do início ao fim. O filme, estrelado pelo ator Jim Caviezel, mostra o submundo grotesco do tráfico de crianças para servirem como escravas sexuais na América do Sul.
Não entrarei em detalhes, pois estaria fazendo "Spoiller". Porém, é um filme que todos deveriam assistir e tirar suas conclusões e, claro, refletir sobre os ataques que “Som da Liberdade” vem sofrendo, principalmente da ala da esquerda dita “progressista” e da grande mídia que tenta rotular o filme como algo fictício voltado para a “extrema-direita”. Não caiam em narrativas. Som da Liberdade é baseado em fatos reais.
Filme cristão? Filme de extrema direita? Nada disso, o filme retrata a realidade do tráfico humano, principalmente de crianças que são raptadas de seus lares para servirem como escravas sexuais.
Ao final, com sala lotada, houve aplausos. Um sinal de que o filme passa uma mensagem importante e de reflexão. Um tema pouco abordado em Hollywood. O filme impacta bastante o nosso lado emocional. É impossível segurar o sentimento de revolta. Talvez esse seja o motivo de tanto cancelamento de atores como Jim Caviezel?
A indústria da pedofilia é assustadora. Não é para menos e os números assustam: O tráfico de jovens é um mercado que gera 15 bilhões de dólares por ano, tendo os Estados Unidos como principal destino de consumidores de sexo infantil. Crianças com seus corpos violados sendo exploradas e abusadas por pedófilos e criminosos.
Desconfie de qualquer militante de esquerda que tente diminuir a importância do tema e ridicularizar o filme. Nesse contexto, não existe espaço para relativização ou polarização política da pedofilia e do tráfico infantil. A mensagem é clara: "Nós, crianças de Deus não estamos à venda".