Últimas
Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista Prefeita de Pilões, ex-prefeito e grupo político declaram apoio a Walter Alves "Esquerda está dividida e Coronel Hélio vai ganhar a eleição para o Senado no RN", diz Rogério Marinho “Governo Fátima sofreu um impeachment financeiro”, diz deputado Coronel Azevedo sobre nova lei que impede PT de pegar no dinheiro das prefeituras Não é sobre gostar de Ciro: é sobre não desperdiçar chance de vitória contra o PT no Ceará
Brasil

Mauro Cid: 'Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser'

Mauro Cid: 'Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser'


Áudios divulgados nesta noite pela revista Veja revelaram alegações de Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro, sobre pressões e manipulações por parte da Polícia Federal. Segundo Cid, ele foi coagido a corroborar declarações de testemunhas e constrangido a fornecer informações sob ameaça de perder os benefícios de seu acordo.

Nos áudios divulgados, Cid mostra indignação com as táticas empregadas pelos policiais, alegando que eles insistiam para que ele desse informações que ele não possuía ou que não condiziam com a verdade dos fatos. "Eles queriam que eu falasse coisas que eu não sei, que não aconteceram", disse Cid em uma das gravações. Ele também reclamou que suas declarações foram distorcidas e que certas informações foram retiradas de contexto ou convenientemente omitidas pela Polícia Federal.

Além disso, Cid, que afirma ter sido mantido preso ilegalmente por meses sem denúncia, acusa os delegados de incluírem em sua delação apenas relatos que se encaixavam na "narrativa" que eles queriam construir. "Eles já têm a narrativa pronta deles, é só fechar", afirmou Cid.

Uma das alegações mais graves feitas por Cid é dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, a quem ele acusa de ter uma sentença pronta e de exercer poderes judiciais de forma arbitrária. "O Alexandre de Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser", disse Cid nos áudios divulgados pela Veja. Ele sugere que Moraes já tem uma sentença preparada e está apenas aguardando o momento oportuno para denunciar e prender Bolsonaro. 

“A cama está toda armada. Os bagrinhos estão pegando 17 anos. Teoricamente os mais altos vão pegar quantos?”. disse.