Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista
Política

Lula pode tirar R$ 4 bilhões dos trabalhadores para injetar nos sindicatos

Lula pode tirar R$ 4 bilhões dos trabalhadores para injetar nos sindicatos


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou na equipe de transição de governo alguns sindicalistas que trabalharão para fazer com que a contribuição sindical volte a ser obrigatória. As informações são do site Pleno.News.

Desde 2017, esse valor descontado em folha do trabalhador, deixou de ser obrigatório, dando a opção de o empregado autorizar ou não o pagamento que representa um dia seu de trabalho.

O retorno do imposto, porém, pode vir com outro nome. A revista Veja ouviu algumas pessoas que estão trabalhando no novo governo com uma proposta de “taxa negocial”.

Os sindicatos realizarão assembleias com poucos sindicalizados para decidir a questão e assim fazer com que a cobrança – nos mesmos moldes da contribuição sindical – volte a ser descontada em folha dos trabalhadores da categoria.

Se for retomada, os trabalhadores pagarão anualmente R$ 4 bilhões para os sindicatos.

O senador eleito Rogério Marinho (PL), autor da Reforma Trabalhista, criticou a proposta: "Tudo que o PT quer é restituir a boquinha aos 'Cumpanheiros', estaremos vigilantes para não permitir esse retrocesso. Toda a retórica de rever a legislação trabalhista, se resume na volta do financiamento dos sindicatos pelegos com o suor do trabalhador."