Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no Diário Oficial da União nomeou o major “Fulano de Tal” e o tenente “Cicrano de Tal” para cargos na Segurança Presidencial. O erro, que deveria ter sido identificado antes da publicação, expõe falhas básicas de revisão dentro da máquina pública.
Mais do que uma simples gafe, o episódio reforça a percepção de desorganização e falta de cuidado com atos oficiais. Se um documento dessa importância chega ao Diário Oficial com nomes fictícios, fica a dúvida sobre o nível de controle adotado pelo governo em outras decisões administrativas.
O Brasil precisa de seriedade na gestão pública. Casos como esse passam a imagem de amadorismo em um governo que deveria dar o exemplo de eficiência e responsabilidade.