O ex-deputado Jean Wyllys retorna ao Brasil cuspindo fogo. Agora ocupando um cargo na Secom, ele busca vingança contra aqueles que ele considera responsáveis por seu “exílio político” na Europa e Estados Unidos (por que não Cuba e Venezuela?).
A figura mais bizarra política brasileira, está determinada a retomar o posto de pitbull do petismo, adotando o velho estilo provocador, intolerante e vitimista. Mimado e obstinado, Jean usa a estratégia de atrair a atenção para si mesmo. Seu primeiro alvo foi o governador Eduardo Leite, ao provocá-lo de maneira preconceituosa em relação à decisão de manter o modelo de ensino cívico-militar no Rio Grande do Sul.
Jean não se importa com a reação dos políticos que mostraram solidariedade ao governador. Aliás, promover desconforto é uma das características principais do marxismo cultural. A pacificação é uma palavra inexistente no vocabulário da esquerda. Eles adotam o estilo da serpente cuspidora, atacando e fugindo com medo, ao mesmo tempo em que se orgulham de seu próprio preconceito e comemoram levantando o troféu da bizarrice.
Wyllys personifica de forma deplorável o que a esquerda promove em debates, fóruns, eventos e sua influência cultural. Até recentemente, esse papel de "pitbull" de Lula era desempenhado pelo deputado deplorável André Janones. Com o retorno de Jean, essa posição será superada.
Ele está determinado a minar a imagem do governo com suas atitudes bizarras. Quem se delicia com seu retorno é a direita. Não faltarão motivos para criticar o governo, com Jean liderando as repercussões negativas.