A revelação da delação do ex-PM Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle Franco e Anderson Gomes, que teria delatado Domingos Brazão como um dos mandantes do atentado que matou a vereadora e seu motorista, em março de 2018, foi um duro golpe à narrativa lulopetista. Era tudo que a esquerda brasileira não queria.
A pergunta "Quem mandou matar Marielle?", era algo que todo petista questionava, mas que não queria a resposta. Se as investigações apontassem os verdadeiros mandantes do crime, acabaria a narrativa de que o autor do crime teria ligações com o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O petismo precisava que essa informação ficasse oculta para continuar usando o caixão da ex-vereadora como palanque político na polarização.
Porém, esse dia chegou. Domingos Brazão, que fez campanha à candidatura de Dilma Rousself, é apontado como mandante do crime.
A deputada Isolda Dantas (PT) não perdeu a oportunidade e provocou, novamente, essa polarização. Nas redes sociais, a parlamentar disse que Brazão foi alvo da CPI das milícias, presidida por Freixo, em 2019 e que os parentes receberam de Bolsonaro passaportes diplomáticos.
Que coisa ridicula, deputada!