Desde que foi indiciado no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, Jean Wyllys não tocou no assunto e sequer se manifestou sobre o caso. Fingindo não saber do processo, o parlamentar do PSOL não se manifesta sobre os processos que sofre.
O deputado foi processado por ter associado os nomes dos deputados Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Pr. Marco Feliciano (PSC-SP) ao atentado em uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos. O post difamatório foi feito em seu perfil no Facebook. O deputado afirmou que as mortes daquelas 50 pessoas era consequência do discurso conservador e cristão, ignorando que o autor do massacre era um radical muçulmano filiado ao Partido Democrata, que é de esquerda.
O deputado também não se manifestou quando foi condenado por ter chamado manifestantes pró-impeachment de bandidos, em processo movido pela procuradora Beatriz Kicis. Em suas páginas, ele se limita a comentar vitórias e atacar opositores. No processo por quebra de decoro que é movido pelo PSC, o deputado pode perder o mandato de deputado, uma vez que usou uma informação mentirosa e caluniosa que pode ser repetida por seus seguidores.
Com informações: Jornal Livre