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Hoje, Jesus seria crucificado pela esquerda por 'discurso de ódio' e por se opor ao Estado

Hoje, Jesus seria crucificado pela esquerda por 'discurso de ódio' e por se opor ao Estado


Por: Ismael Sousa

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), liderado pelo seu principal fundador e pré-candidato a Prefeito por São Paulo, Guilherme Boulos, gerou polêmica ao utilizar uma imagem de Cristo crucificado acompanhada da frase: "Bandido Bom é Bandido Morto". Essa postagem não se limita a uma simples charge com crítica social, é um ataque ataque covarde à fé de milhões de cristãos.

Zombar da fé cristã em um dia tão importante como a Páscoa é uma estratégia que a esquerda utiliza para chamar a atenção e trazer o debate para o campo ideológico progressista. Em eventos como a Parada Gay, já vimos Jesus sendo representado de formas que causam polêmica, como "bicha" ou "travesti", ridicularizando assim a figura cristã.

A extrema esquerda tenta atribuir a Cristo algo que refletem o que eles pregam e representam. Estão sempre associando ao cristianismo conceitos como desordem, roubo, obscenidade e pornografia. Deus é misericordioso e perdoa aqueles que agem sem entender as consequências de seus atos, ou até mesmo os que deliberadamente provocam debates de baixo nível ao atacar o cristianismo em uma data tão sagrada.

Se Jesus estivesse presente hoje, é provável que o MTST e a extrema esquerda o rotulassem como uma ameaça ao Estado e acusassem suas pregações de disseminar discurso de ódio, justificando, assim, sua crucificação.

Jesus era um libertário e acreditava na meritocracia, e tinha repúdio ao Estado vigente de sua época, o Império Romano, que foi quem de fato o crucificou.

A esquerda poderia ter evitado essa polêmica, revoltou milhões de fiéis e agora tenta se justificar, se vitimizando, diante de mais um ataque a fé e a cristandade. São cretinos sem escrúpulo e respeito algum pela religião, exceto para pedir votos em ano eleitoral.

Para essa turma, bandido bom é bandido eleito.