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Guilhotinar criança filha de milionário é o novo símbolo da luta de classes encampada pela esquerda

Guilhotinar criança filha de milionário é o novo símbolo da luta de classes encampada pela esquerda


O Brasil chegou a um ponto em que um professor de universidade federal, custeado com o dinheiro do povo, sugere o uso da guilhotina contra uma criança de 5 anos. Vicky Justus, filha do empresário Roberto Justus, virou alvo da sanha revolucionária de Marcos Dantas, da UFRJ, simplesmente por aparecer com uma bolsa de R$ 14 mil em uma foto.

“Só guilhotina…”, escreveu o professor. A esquerda, sempre tão vociferante em defesa de “crianças e mulheres”, silenciou. Nenhuma deputada feminista, nenhum militante progressista, nenhuma ONG de direitos humanos deu um pio. E o silêncio, nesse caso, grita. Porque ele revela o que realmente se esconde por trás do discurso da igualdade. Não é justiça social, é vingança de classe.

A esquerda brasileira abandonou de vez qualquer verniz civilizatório. O “Lula Paz e Amor” virou um mito de campanha do passado. O que vemos agora é a verdadeira face da esquerda. Autoritária, raivosa e disposta a tudo para consolidar o poder. O episódio da guilhotina é só a ponta do iceberg.

Querem transformar qualquer expressão de riqueza ou sucesso fora da bolha estatal em inimigo público. O empreendedor é o vilão. O pai bem-sucedido é o opressor. A criança com uma bolsa vira símbolo de desigualdade e, pasme, alvo de execração pública. É a criminalização da liberdade econômica, do mérito, da individualidade. Tudo em nome de uma suposta "luta de classes" que serve, na verdade, à perpetuação de um projeto de poder fracassado e rancoroso.

A estratégia é maquiavélica. Provocar ódio nas redes para justificar o controle da mídia, perseguir opositores e pintar qualquer crítica como “discurso de ódio”. Tudo enquanto alimenta sua base com radicalismo. A esquerda quer violência, simbólica, institucional e, se necessário, física.

Não se trata mais de um debate entre projetos políticos distintos. O que está em jogo é a sobrevivência da liberdade. E, quando a liberdade ameaça o poder de quem está no topo, até uma criança de 5 anos vira alvo.

O Brasil precisa reagir. Antes que a guilhotina simbólica vire literal.