Que a vacina é importante e vai garantir uma proteção para que a população volte a vida normal, é indiscutível. O que admira é o discurso de algumas figuras políticas que fingem se preocupar com a população nessa pandemia.
Um desses casos é o da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Quando a governadora destinou R$ 5 milhões dos impostos dos potiguares em um consorcio fajuto que envolveu outros governadores no intuito de comprar respiradores para suprir a demanda dos hospitais do estado, pouco foi cobrado.
Fátima, até hoje, alega ter sido “vítima” de um calote. O dinheiro sumiu, os respiradores não chegaram, e até hoje não se tem mais notícia na mídia sobre esse assunto. Silencio sepulcral.
Mas, quando se trata de cobrar do Governo Federal as ações de combate à pandemia, Fátima é uma fera estridente. Quer soluções rápidas, vacinas já prontas para serem aplicadas, e não mede esforços para tecer críticas ao governo Bolsonaro. Governo esse que tem ajudado e muito os estados e municípios com liberação de recursos e envio de respiradores e insumos.
Se a governadora adotasse a mesma postura de cobrança dos respiradores, assim como ela faz com as vacinas, a sociedade potiguar teria pelo menos conhecimento sobre a destinação desse dinheiro, que tanto faz falta para o sistema de saúde local.