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Globo perde quase 2 milhões de telespectadores e tem pior ibope do ano

Globo perde quase 2 milhões de telespectadores e tem pior ibope do ano

O mês de setembro não foi nada positivo para a Globo. Apesar de seguir na liderança crônica e isolada do mercado televisivo brasileiro, a emissora teve a sua pior audiência em muito tempo no último mês: de acordo com os dados consolidados do Painel Nacional de Televisão, a rede marcou média de 10,94 pontos no acumulado das 24 horas dos últimos 30 dias. Para se ter uma ideia, o índice é menor do que o obtido pelo canal em dezembro do ano passado, mês em que tradicionalmente há um número menor de televisores ligados — nele, a média foi de 11,17 pontos.

Na comparação com o melhor mês de audiência da Globo em 2021, a fuga de telespectadores já se aproxima da barreira dos dois milhões. Em março, no auge da reapresentação de A Força do Querer e com o interesse pela temporada do Big Brother Brasil em alta, a emissora acumulou média de 13,33 em todo o território nacional.

De lá pra cá, muita coisa mudou: a programação da líder de audiência foi descaracterizada em vários horários e o canal passou a sofrer com a rejeição das reprises atualmente no ar. O resultado? Um milhão, 711 mil e 263 pessoas foram para outros canais ou desligaram a televisão. Pode parecer pouco, mas a soma de todos os canais da televisão por assinatura dá pouco mais do que isso: em setembro, a somatória das redes pagas aferidas foi assistida por dois milhões, 677 mil e 877 telespectadores no país.

A fuga de telespectadores da Globo também liga outro fator de alerta: juntos, os demais canais abertos e a soma das televisões por assinatura (excluindo os canais da Globosat) marcaram média de 12,76 pontos em setembro. Ou seja: há mais pessoas fora da Globo do que dentro dela, algo que não é usual desde que os dados de audiência começaram a ser aferidos no país. A diferença, de pouco mais de dois milhões de pessoas, é praticamente o mesmo número de telespectadores perdidos por ela.

Fonte: TV Pop

De lá pra cá, muita coisa mudou: a programação da líder de audiência foi descaracterizada em vários horários e o canal passou a sofrer com a rejeição das reprises atualmente no ar. O resultado? Um milhão, 711 mil e 263 pessoas foram para outros canais ou desligaram a televisão. Pode parecer pouco, mas a soma de todos os canais da televisão por assinatura dá pouco mais do que isso: em setembro, a somatória das redes pagas aferidas foi assistida por dois milhões, 677 mil e 877 telespectadores no país.

A fuga de telespectadores da Globo também liga outro fator de alerta: juntos, os demais canais abertos e a soma das televisões por assinatura (excluindo os canais da Globosat) marcaram média de 12,76 pontos em setembro. Ou seja: há mais pessoas fora da Globo do que dentro dela, algo que não é usual desde que os dados de audiência começaram a ser aferidos no país. A diferença, de pouco mais de dois milhões de pessoas, é praticamente o mesmo número de telespectadores perdidos por ela.