Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista
Política

General Girão solicita revogação da proibição da pesca do atum no RN

General Girão solicita revogação da proibição da pesca do atum no RN


O governo federal suspendeu a pesca do atum até o dia 31 de dezembro deste ano, por meio de uma portaria publicada na última sexta-feira (15). Com a medida, representantes do setor estimam um prejuízo de R$ 30 milhões e impactos para 2,5 mil empregados no Rio Grande do Norte. Um dano irreparável à economia do nosso Estado. Nesta segunda (18), o deputado federal General Girão protocolou o Ofício nº 290/2023, ao Ministério da Pesca e Aquicultura solicitando a suspensão da referida Portaria.

"Entendemos a importância de seguir às regras estabelecidas pela Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico (ICCAT, na sigla em inglês), cujo intuito é extraordinário. No entanto, a nobre espécie com captura suspensa é a albacora-bandolim, abundante na costa brasileira e usada no mercado para produção de pratos como sushi e sashimi e na indústria de conserva", justificou o parlamentar.

Segundo o Presidente do Sindicato da Indústria da Pesca no Rio Grande do Norte, o ICCAT prevê a compensação por parte dos países em caso de se extrapolar a cota e que, por ser o primeiro ano do monitoramento e rateio, deveria haver um período de adaptação, em que o Governo Federal poderia realizar essa compensação no transcorrer de 2024, de forma ordenada.

"Sendo assim, o Poder Público precisa planejar essa ordenação. Não pode ser feito de uma hora para outra. O setor sofre e a economia do RN, já tão sofrida, também", finalizou Girão.